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Em São Paulo: um dos melhores sorvetes da cidade no Gelato Boutique 

IMG_20170709_144011358Uma das coisas que eu mais amo na vida é flanar pela avenida Paulista. Tem algo de entrar nas galerias e ficar observando as outras pessoas circulando que me acalma e que me deixa muito feliz.

Em um sábado que acabei ficando sozinha, resolvi partir para a avenida Paulista e lembrei que queria conhecer a Gelato Boutique, uma sorveteria que ouvi falar muito bem.

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Alguns sabores dos gelatos

A Gelato Boutique é a sorveteria da Marcia Gabin. Formada em gastronomia pelo Le Cordon Bleu, se tornou mestre gelatiere pela Gelato University, em Bolonha.

 Se essa carteirada não basta para te convencer que ela faz um bom gelato, a Gelato Boutique ganhou o prêmio de melhor sorvete, em 2013, do Firenze Gelato Festival.

Na Gelato Boutique, os sorvetes são feitos de forma artesanal utilizando ingredientes ‘reais’. Nada de emulsificantes, nada de estabilizantes. Os sabores são bem diferentes e fiquei com vontade de provar todos.

A sorveteria possui duas unidades: a matriz, que fica na Rua Pamplona, e outra escondidinha no último piso do Shopping Cidade São Paulo.

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Pink lemonade e chocolate belga (R$ 14)

Na minha primeira visita, pedi uma casquinha média (R$ 14) para poder provar dois sabores. Pedi o Chocolate Belga (eu sei, todo lugar tem esse sabor, mas deu vontade). O sorvete estava super cremoso e com o sabor bem acentuado de chocolate de boa qualidade. Um dos melhores que já comi.

Pedi, também, o sabor Pink Lemonade, que foi um tapa na minha cara de tão bom. Normalmente sorvetes com base de água ficam cristalizados e não são tão cremosos. Esse era super cremoso, com o sabor bem de pink lemonade mesmo. Era incrível.

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Fiz uma segunda visita ao local, dessa vez na unidade matriz na Rua Pamplona. Pedi novamente a casquinha média (R$ 14). Aliás, a casquinha do Gelato Boutique é um caso de amor a parte, porque é muito deliciosa. A melhor que eu já comi.

Nessa visita eu escolhi o sabor Amma: chocolate Amma com maracujá. Amo a combicação de chocolate com frutas cítricas, e esse sorvete estava uma delícia, super bem equilibrado entre doce e azedo.

Pedi também um sabor de chocolate com avelãs que eu não lembro o nome, mas o namorado amou e eu também. Muito gostoso.

O Gelato Boutique ganhou meu coração de pessoa que ama sorvetes. É, sem dúvidas, um dos melhores sorvetes da cidade e vale muito a visita. Aliás, a decoração da sorveteria é MUITO bonita. Vale super a pena ficar lá papeando só pelo espaço bonito (e o sorvete, claro).

Gelato Boutique – Rua Pamplona, 1023, Jardim Paulista ou Av. Paulista, 1230, Bela Vista (dentro do shopping Cidade São Paulo).

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Em São Paulo: um almoço maravilhoso no Dalva e Dito

 

IMG_3621Acho que todo brasileiro que conhece o mínimo de gastronomia sabe quem é Alex Atala.

Dono, idealizador e chef do D.O.M. (um dos poucos restaurantes do Brasil na lista da San Pellegrino World’s 50 Best Restaurants e o único restaurante brasileiro a ter duas estrelas Michelin) é o chef brasileiro mais conhecido e premiado, sempre defendendo e unindo a culinária regional brasileira com as suas técnicas de cozinha impecáveis.

Tenho uma curiosidade absurda de ir ao D.O.M., mas o orçamento (ainda) não permite o momento extravagância.

Como também tínhamos curiosidade de conhecer os outros restaurantes do chef (o Açougue Central e o Dalva e Dito estão na nossa lista há tempos), aproveitamos um domingo para finalmente matarmos nossa vontade.

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Sala da espera

Chegamos e já ficamos impressionados com o ambiente. Ele é moderno e ao mesmo tempo possui peças de artesanato de extrema beleza, que dão um toque um pouco rústico ao restaurante. Todas as mesas estavam reservadas, então precisamos aguardar cerca de 20 minutos por uma. Dica: faça reserva. A hora que saímos do restaurante a espera estava lotadíssima.

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No salão do restaurante dá para ver os cozinheiros trabalhando

O Dalva e Dito visa servir pratos com apelo afetivo, aquela coisa de ‘comida de vó’ que está na nossa memória. É comfort food pela visão do Alex Atala.

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Bolinho de Arroz (R$ 24)

De entrada, namorado escolheu Bolinho de Arroz (R$ 24). Eu já pensei ‘Putz, bolinho de arroz? Não tinha algo diferente?’, esnobei o coitado. Pois bem, o bolinho de arroz saiu lá da cozinha, sentou do meu lado, bateu na minha cara e foi embora me deixando com cara de idiota. Foi o melhor bolinho de arroz que eu já comi na vida.

Cremoso, super bem temperado e me surpreendeu por ser completamente diferente do que o meu cérebro estava esperando de um bolinho de arroz. Esse bolinho me fez perceber que, com muito talento, você consegue transformar uma comida comum em excepcional.

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Bife à Milanesa Com Salada de Batata (R$ 74)

De prato principal pedimos o Bife à Milanesa Com Salada de Batata (R$ 74). De novo, fui surpreendida. Bife fininho e super macio, empanamento perfeito e sem estar oleoso. Salada de batata perfeita. O prato é bem servido, ‘generoso’ como diz o cardápio.

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Torta de Chocolate (R$ 28)

Como sobremesa é o meu fraco, fiquei tentadíssima em 3 opções do cardápio: o pudim (que estava com uma cara ótima), a mousse de rapadura (me deixou intrigada) e a torta de chocolate.

Acabei pedindo a Torta de Chocolate (R$ 28). Tenho um fraco pela combinação de chocolate e frutas vermelhas.

A apresentação do prato é linda, fiquei quase com dó de destruir. A sobremesa era equilibrada, nada doce demais, nem azedo demajs, aquele tipo de doce que eu poderia comer pra sempre sem enjoar.

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Mercadinho Dalva e Dito

Para finalizar nosso almoço, demos uma passadinha no Mercadinho Dalva e Dito, um mini empório instalado na lateral do restaurante, que vende alguns produtos brasileiros e itens de fabricação própria, como bolos e salgados.

Como tínhamos o desconto do Dois Por Um, nossa conta totalizou R$ 167, com duas Cocas e uma água.

Fomos embora comigo sonhando em voltar e provar o famoso Porco na Lata, a costela que estava com uma cara ótima e o bendito mousse de rapadura que agora não me sai da cabeça.

Dalva e Dito – Rua Padre João Manuel, 1115, Cerqueira César. São Paulo – SP.

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Em São Paulo: comendo no clássico e tradicional Hambúrguer do Seu Oswaldo 

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Na minha adolescência eu ia muito ao Seu Oswaldo: hambúrguer super gostosinho por um preço pra lá de honesto.

Por mim, nunca teria entrado no Seu Oswaldo. Nunca imaginaria que naquela lanchonete de bairro, sempre lotada, abrigava um dos mais antigos hambúrgueres de São Paulo, sendo tão icônico que inspirou a criação de alguns lanches por aí (como o Bombom da Lanchonete da Cidade).

A lanchonete do Seu Oswaldo foi inaugurada em 1966, pelo Seu Oswaldo Paolicchi. Desde 2010 (quando o Seu Oswaldo faleceu), quem comanda a lanchonete é a filha dele, mas a casa continua do mesmo jeito: mesma lanchonete com um balcão em U, mesmos lanches tradicionais.

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As paredes da lanchonete abrigam as diversas reportagens e prêmios que a lanchonete acumulou durante os anos.

Depois de uns dois anos sem ir, bateu vontade no namorado de comer lá. Chegamos 12:20 de um sábado e todos os banquinhos do balcão já estavam ocupados. Passou 15 minutinhos e já estávamos sentados e fazendo nossos pedidos.

No Seu Oswaldo não tem acompanhamentos, nem dá para pedir maionese a parte. É pedir o lanche, seu refri ou suco e acabou. Sem firulas.

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Cheese Burger Bacon (R$ 18,50)

Pedi meu cheese burger bacon (R$ 18,50) de sempre. Hambúrguer de 90 gramas, queijo, bacon e o molho de tomate especial da casa. O bacon do Seu Oswaldo é muito bom, cortado do tamanho certo e sem ser seco demais. O molho de tomate dá todo um toque especial no lanche. Eu odeio carne bem passada, e no seu Oswaldo só vende hambúrguer bem passado, então a gente aceita.

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Cheese Burger Bacon Maionese (R$ 22)

Namorado foi de cheese burger bacon maionese (R$ 22). Como não dá para pedir a maionese separado, tem que lembrar de pedir no lanche (e eu sempre esqueço). Estava uma delícia.

A casa não cobra 10% e só aceita pagamento em dinheiro, nada de cartões.

A Lanchonete do Seu Oswaldo não é um ambiente para você ir conversar ou enrolar um pouco, é pedir, comer e ir embora. Durante a nossa visita diversas crianças entraram no estabelecimento para pedir dinheiro, o que acaba sendo incômodo e deixa quem está almoçando meio apreensivo.

Voltando para casa, eu e o namorado ficamos pesando se ainda vale a pena ir ao Seu Oswaldo. Quando eu era mais novinha, a graça de ir lá era comer um lanche gostosinho e tomar uma Coca KS e pagar um preço super amigo. Eu entendo que tudo ficou muito mais caro nos últimos tempos, mas hoje existem outras hamburguerias de estilo rápido, com um ambiente mais legal, pelo mesmo preço que você paga lá.

Chegamos a conclusão que ainda vale a pena ir ao Seu Oswaldo para conhecer, porque, afinal, é uma lanchonete que faz parte da história do hambúrguer em São Paulo. Mas deixou de ser o lugar que eu voltaria sempre.

Hambúrguer do Seu Oswaldo – Rua Bom Pastor, 1657 – Ipiranga. São Paulo – SP.

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Em São Paulo: um almoço de domingo no Bráz Trattoria

IMG_3383Amados viajantes comilões, me perdoem. Vira e mexe eu sumo do blog, por motivos de força maior (quebra na rotina, preguiça, um pouco de decepção bloguística…). Mas espero voltar de vez, e conseguir pelo menos um postzinho por semana.

Por mais que eu não esteja postando no blog, eu sempre estou pensando nele. Quando conheço um lugar novo, ou tenho uma pauta pro blog, eu escrevo primeiro em um caderno (que eu levo pra todo lugar comigo) e depois só transcrevo no WordPress pra vocês. Meu caderninho tá cheio de post pra digitar, e esse é o caso da resenha de hoje, que está esperando desde o dia CINCO DE MAIO pra ser postada (parabéns, Leonora, pela rapidez).

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Graças ao livrinho Dois Por Um que compramos, tínhamos um desconto para ser usado no Bráz Trattoria. Como namorado aaaama comida italiana, lá fomos nós visitar a casa em um almoço de domingo.

O Bráz Trattoria é uma extensão da Bráz Pizzaria, servindo as suas famosas pizzas combinada com um menu de comida italiana clássica. Quem comanda as receitas da casa é o sócio e chef Benny Novak (que também é dono e também assina o menu do Ici Brasserie).

O Bráz Trattoria fiva no último andar do Shopping Cidade Jardim (apenas o shopping mais fancy de São Paulo). Tem um estilo de decoração industrial moderno, e através das grandes janelas do restaurante dá pra ter uma vista legal da Marginal Pinheiros.

Chegamos na casa às 13 horas de um domingo, e já estava lotada. Esperamos mais ou menos vinte minutos para conseguirmos uma mesa.

Como já havíamos provado as pizzas em algumas visitas no Bráz Pizzaria, decidimos dessa vez provar os pratos que a casa oferece.

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Arancini Bráz (R$ 26)

De entrada, pedimos o Arancini Bráz (R$ 26): bolinho de risoto recheado com queijo. Primeiro ficamos chocados pelo tamanho da porção, que vem com apenas três pequenos arancinis. Segundo que eu queria entender porquê os restaurantes servem entradas em número ímpar, já que sempre vemos as mesas ocupadas por 2 ou 4 pessoas. O arancini estava gostoso, recheado com bastante queijo, mas pelo custo/benefício não vale a pena. Não é tão bom pra custar tanto por 3 bolinhas pequenas.

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Porchetta (R$ 49)

Pedi a Porchetta (R$ 49) acompanhada de cebolas assadas e polenta crocante de prato principal. Porchetta é um prato típico italiano feito de porco desossado, marinado em uma mistura de ervas e especiarias.

Nós amamos porchetta, e toda vez que temos oportunidade fazemos aqui em casa, mesmo sendo um prato demorado e um pouco delicado. Achei a porchetta do Bráz um pouco seca, mas a polenta crocante e a cebola estavam sensacionais. As cebolas ao balsâmico combinaram muito bem com a carne de porco.

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Spaghetti à Carbonara e Polpettine de Pancetta (R$ 52)

Também pedimos o Spaghetti à Carbonara e Polpettine de Pancetta (R$ 52). Spaghetti à Carbonara é um macarrão feito com ovos, pimenta do reino, queijo parmesão e bacon. É outro prato que amamos cozinhar em casa. A versão do Bráz estava beeem cremosa e gostoso, mas achamos que faltou um pouco de pimenta do reino. Corrigimos pedindo a pimenta a parte e colocando por cima.

Como usamos o cupom do Dois Por Um, a conta com bebidas e serviço deu R$ 105. O atendimento no restaurante foi ótimo, um dos melhores que já tivemos e o ambiente é bem bonito. Achei os pratos bem ok, mas como gostamos bastante da pizza do Bráz provavelmente voltaremos ao restaurante.

Bráz Trattoria – Av. Magalhães de Castro, 12000. Shopping Cidade Jardim. São Paulo – SP

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Em São Paulo: comendo pizza no Bráz Pizzaria

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Se tem uma coisa que eu tenho birra de comer, essa coisa é pizza. “Mas nossa Leonora, você não gosta de pizza?” não é bem assim, eu só não ligo e acho que a maioria dos lugares fazem pizzas (bem) ruins.

Pizza é massa, molho e recheio. Se o lugar tiver uma massa pesada, um molho sem gosto e recheios feitos com ingredientes ruins, a pizza vai ser ruim. Não existe fórmula mágica que faça ela ficar boa.

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Ambiente do Bráz Pizzaria

Pois bem. Namorado entrou em uma fase “quero comer pizza boa” e começamos a procurar as melhores de São Paulo, pra ver se a gente consegue diminuir essa minha birra. E foi assim que descobrimos o Bráz Pizzaria.

O Bráz Pizzaria é um empreendimento da Cia. Tradicional de Comércio (mesmos donos do Ici Brasserie, Lanchonete da Cidade, etc), um grupo que visa abrir restaurantes tradicionais, com cara de antigamente e com jeitinho de regionais. Todos os restaurantes do grupo que eu visitei achei bons.

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A primeira coisa que eu reparei quando entramos no local foi o cheiro maravilhoso de molho de tomate. A segunda coisa foi o espaço: ambiente de azulejos branquinhos, forno no meio do salão onde você pode ver sua pizza ser preparada e prateleiras cheias de latas de azeite de marca própria.

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O Famoso Pão de Calabresa (R$ 21)

Pedimos três pizzas grandes para oito pessoas e um pedaço do tão bem falado pão de calabresa. O Famoso Pão de Calabresa (R$ 21) – sim, esse é o nome dele – é uma massa leve, feito com fermentação natural, recheado com a calabresa exclusiva do Bráz. Como eu não gostei muito do sabor dessa calabresa, achei o pão bem ok, mas a massa era bem saborosa e realmente leve.

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Meu sabor favorito da noite: Funghi (R$ 84)

As massas das pizzas são muito boas, acho que uma das melhores que eu já comi. Feita com fermentação natural, tem um sabor muito bom. Aliás, dá para ver na borda da pizza as bolhas que a fermentação natural deixa na massa (eu, que trabalho com pães, acho isso lindo).

Não achei que a pizza tinha massa grossa, mas tem uma borda gigante fazendo com que tivesse pouco recheio. Normalmente eu não como borda, mas a massa do Bráz estava tão boa que eu comi todas.

O sabor de pizza que eu mais gostei das que pedimos foi o Funghi (R$ 84): mussarela, cogumelos, shitakes, fatias de cebola roxa e salsinha. Tudo bem equilibrado, ingredientes de qualidade, bem saboroso. Gostei muito.

Nós visitamos a unidade de Pinheiros, mas há mais quatro unidades em São Paulo (e mais duas no Rio de Janeiro). Nossa visita foi super tranquila, mas chegamos ao local antes das 19 horas. Quando saímos (umas 21 horas), a área de espera estava lotadíssima. Ou seja, ou chegue cedo ou tenha paciência de aguardar bastante.

Bráz Pizzaria  – Visitamos a unidade de Pinheiros. Rua Vupabussu, 271 – Pinheiros, São Paulo.

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